domingo, 8 de janeiro de 2012

Meu desamor


Eu vou sofrer o eterno dissabor dos meus amores. Que os torno desamores, que me dominam feito temores. Tenho a habilidade da conquista sob deveras apreço, mas sofro da impossibilidade de cultivá-la. Conheci os melhores corações, pena, porém sempre tendi as paixões efêmeras. Conheci as melhores pretensões, pena, porém sempre as troquei pelas tensões transitórias e aventureiras das paixões. Fui amado pelas mais graciosas almas, mas nunca tive a calma de saber aprecia-las como um sujeito sob as exigências da maturidade. Quantas eu deixei de encarar sobre a qualidade de compromisso que amor com meigo modo solicita? Quantas eu me resguardei da sincera entrega que o amor suscita? Nunca promovi uma singela se quer história de amor. Talvez eu morra sem um amor por não saber uma linda história de amor escrever. Eu não sei amar até mesmo quem assaz fez por merecer. Eu vou morrer sem um amor e sem o mais deleitoso e encantador dizer a outrem;

- Eu amo você!

Por Dias, Anderson

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Guerras do ego

Ultrapassar as fronteiras de qualquer tipo de delimitação é criar situação de guerra fria ou não. É esquecer todo um projeto, um tratado de paz. Tristes seres humanos, que ferem os próprios ideais por deficiência em estabelecer um bem estar sobre a qualidade de estar só. Triste seres humanos que afetam o bem estar coletivo por deficiência em estar bem consigo mesmo sobre a qualidade de estar só. Assim o seres humanos investem nas guerras do ego.

Por Dias, Anderson