sábado, 1 de agosto de 2009

De minhas possessões


Folhas em branco, esferográfica,
Liberdade, dádiva e inspiração.
Assim foi minha primeira possessão,
E ao poetizar, senti o amenizar...

Dos meus lamentos, sofrimentos,
Dos meus insanos momentos.
Antes, via meus escritos arremessados
A outrem, a ninguém. A quem?

Mas, ao sentir o amenizar...
Prontamente, decorri a valorizar,
Minha subjetividade, minhas vontades,
Meu céu, meu hades.

Escrever a outrem ou ninguém?
Não! Não mais fiz assim!
De minhas possessões, aprendi,
A poetizar densamente a mim.

Por Dias, Anderson

3 comentários:

Rafaelle Costa disse...

linkar o seu blog no meu p/ poder visitá-lo sempre. não deixa de postar. bjão.

Luiza F. Nunes disse...

*.* Que belo poema e que belo blog!
Escrita muito bonita, gostei bastante, parabéns!
A foto ajudou muito no sentir da sensação.
Esccrever para ninguém? Acho que não.
Quando escrevemos, escrevemos pra nós, mas para que outros leiam e saibam o que se passa com o nosso eu!
Escrever para outro? Talvez...escrevemos pra nós, mas para que um outro entenda que é sobre ele!

Voltarei com certeza^^

Bjoooo

Lubi disse...

ah, mas eu gostei.

=)